sexta-feira, 13 de junho de 2008

Paris - 2º dia

Junto à recepção do hotel, pedimos informação sobre qual o melhor caminho pra ir ao centro histórico e encontramos a família de Nando no ponto de ônibus, fomos com eles.

Descemos na Catedral de Notre Dame que é belíssima e depois, tirando fotos, acabamos por nos perder deles e depois, nos perdemos mais uma vez na cidade luz. Meu Deus, que será q tem Paris que nós não conseguimos nos localizar aqui? Os mapas que temos são todos incompletos, existem muitas ruas pequenas que não achamos no mapa e as distâncias são muito grandes... ou estamos muito cansadas... será?

Resolvemos que vamos rodar a cidade no ônibus turístico que é mais fácil e menos cansativo, mas só com a ajuda de um cearense é que conseguimos chegar à Praça da Bastilha para pegar o "Openbus".

Visitamos a Praça da República, Praça da Bastilha, Champ's Elisié, Museu Real, Arco do Triunfo, Torre Eiffel, Hotel dos Invalidos, Museu do louvre.

O Museu do Louvre realmente impressiona pela sua imensidão, nem dava tempo de entrarmos, pois depois de visitarmos todos outros locais, já cheguei ao Louvre cansadérrima e com medo de não acertar voltar para o hotel novamente. Pra se ter idèia, dentro do Louvre, a cada porta que saíamos estávamos num local diferente da cidade e isso nos fez ir a 04 pontos de ônibus em busca do nosso ônibus 24.

No fim do dia, mais uma vez fiquei perto do Hotel numa lanchonete bebericando vinho com Nando e conversando sobre nossas vidas.

A visita à cidade luz à noite vai ficar pra próxima, mas vale uma DICA: no Openbus tem um passei noturno bem mais em conta que os vendidos pelas agências de viagem.

DICA 2: No Champ's Elisié, do lado direito em frente ao Museu Real existe uma banca de jornal que na verdade é o Centro de Informações Turísticas em que existem Mapas mais completos e em todas as línguas. Daí, nem adianta procurar em outro lugar, vá logo lá e pegue o Openbus, essa é a minha dica de viagem à Paris. Ah, e fique num hotel no centro, vc aproveitará melhor a estadia na cidade.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Paris - a cidade difícil!

O hotel em que ficamos em Paris (IBIS - Bercy 2) apesar de não ter um quarto muito bom, tem um restaurante ótimo com ótimo café da manhã e bela vista para o famoso Rio Sena. Experimentei o famoso crepe francês, mas achei muito doce a massa e bastante gordurosa.

Programada a vista panorâmica pela cidade, a guia nos mostrou os pontos principais, hotel dos inválidos, Praça da Bastilha, Rua das Grifes, Universidade de Sorbonne, Torre Eiffel e Museu do Louvre. Ganhei uma miniatura da Tour Eiffel do meu namoradinho, sim, aquele paulistinha subiu de posto (rsrsrsrsr), até então estávamos achando tudo ótimo, mas no fim do city tour, mais um problema, o guia iria nos deixar no centro do Louvre e eu saí sem passaporte e sem as anotações, mapas e agasalhos. Resultado: mais uma vez a agência falhou. Nos deixou no Centro de Paris com anotaçoes em francês de como chegar ao hotel. Ficamos quase desesperadas, mas confiantes de que não seria tão difícil para nós.

Chovia muito quando acabamos de almoçar e nós queríamos achar uma lan house para nos comunicar com o Brasil, mas é muito difícil achar. Depois de muito nos bater, conhecemos um francês que estudava português e nos levou até a lan house, de onde só saímos uma hora depois, quando a chuva parou.

Como o tempo estava instável, resolvemos voltar ao hotel para buscar agasalhos e o meu passaporte, mas após pegar o metrô, descemos na estação correta, mas pegamos a direção errada e não achávamos ninguém que nos desse uma informação correta. Ah, importante falar que o metrô em Paris nos pareceu bastante sujo, velho e cheio de pessoas esquisitas, uma experiência péssima.

Atravessamos pista fora da faixa de pedestre e levamos várias broncas dos motoristas, entramos em desespero porque não tínhamos como atravessar um viaduto que passava em frente ao nosso hotel. Foi uma experiência angustiante e frustante, ficamos com raiva, tensas e revoltadas porque o guia nos deixou no centro daquela cidade louca.

Resultado: Não saímos à noite, deixamos pra ver se amanhã a gente tem coragem de ir conhecer os pontos turísticos.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Saindo de Bourdeaux rumo a Paris

Hoje aconteceu uma situação muito chata no ônibus.
Acordamos cedo no intuito de evitar ficar no fundo do ônibus, mas para a nossa surpresa, um casal de argentinos veio nos abordar dizendo que o lugar era deles porque já havia sentado naquele lugar no dia anterior. Fui perguntar ao guia e este disse que não havia reservas de lugares. Daí os argentinos insistiram que o lugar era deles e como o guia achava que eu cederia, disse que era para irmos para o lugar inicial, logicamente eu nao concordei e daí ele disse que a partir daquele dia haveria um rodízio e todos os dias um avançaria uma cadeira e o primeiro passava à ultima cadeira.
Essa passagem foi muito ruim pq ficou em mim o sentimento de nao querer ser criticada como barraqueira, mas de outro lado, sabia do meu direito de não ficar todos os dias no mesmo lugar dentro do ônibus. As agências mais organizadas devem fixar de antemão o sistema de rodízio ou poltronas fixas antes que se instalem confusões como estas.
Acho importante relatar isso pq é bom perguntar isso antes de começar a viagem.
O bom de toda a confusão é que fui chamada para sentar num lugar vago perto de um paulista jovem e muito gente boa.

Mas, voltando à viagem....
A região do Vale do Loire é muito bela e interessante. Aprendemos que os trogloditas (serviçais dos reis) como não tinham posses para construir casas, moravam em covas abaixo da terra e, mais tarde, sobre tais casas foram construidas outras e as covas usadas como adegas.
Leonardo da Vinci morou em Bois (fala-se bluá) e lá paramos para almoçar e finalmente achamos o adaptater, a partir de agora teremos fotos novamente, mas somente após carregarmos a máquina.

Em Paris, na chegada, nos surpreendemos com a TV tela plana de um mendigo embaixo da ponte. Mas o nosso hotel, supernormal, tinha uma tv mais que comum. Por sorte, ao lado do hotel (que fica distante do centro da cidade) tinha um carrefour imenso e compramos vinho, patês e torradas e ficamos no quarto conversando com Fernando (o paulista gente boa) e estudando o mapa de Paris, metrô, etc...

terça-feira, 10 de junho de 2008

Bourdeax

Fomos para Bordeaux pela região norte da Espanha. Belas paisagens.
Não pudemos fotografar, pois estávamos sem o tal adaptador. Esse é um item importante que sempre nos dizem que é para levar, mas nós nunca sabemos o que se adaptaria às tomadas européias. Se você for passar por muitos países, como nós, em cada um há um tipo de tomada, mas todas elas precisam de um prolongador para as nossos carregadores. Assim, sugiro que levem um Te/benjamim, de preferência daqueles que tem um furinho no meio. Demoramos a achar o tal "adaptater". Tiramos fotos nas máquinas de outras pessoas da excursão, estou esperando que me mandem, rs.
Passamos por Castilla e Leon, San Sebastian.
Eu tinha pego os travesseiros do avião e uma manta que dão pra se cobrir, mas acabei deixando no hotel em Madri. Resultado: me arrependi porque o ônibus não é muito confortável e serão longos 15 dias dentro dele.
Os ônibus fazem paradas de duas em duas horas para que possamos comer e ir ao banheiro. Em alguns restaurantes da espanha e frança, existem preços fixos para o tamanho de cada prato, independente da quantidade de comida que você coloca neles. Daí a sugestão é pegar o prato menor ou o médio e abarrotar de comida.

Bordeaux é uma cidade muito aconchegante, cheia de barzinhos e pela primeira vez comemos uma pizza bem gostosa (Ciccio - à base de tomates frescos e queijo), como já era tarde e tínhamos que viajar no outro dia logo cedo, não pudemos aproveitar a noite de bordeaux. As pessoas aqui parecem bem solícitas e todas as informações que pedimos foram calmamente dadas numa mistura de línguas inacreditável.
Me impressionou bastante o fato de que apesar de ter andado descalça pela cidade (os pés doíam demais), quase nao havia sujeira nos meus pés.
Felizmente, o celular funcionou na França! Pude falar com meu filho e minha mãe!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Madri

Acordamos atrasada para o café e o hotel Trip Rex não comportava a quantidade de pessoas para o café da manhã, estrutura totalmente deficiente: faltavam copos, xícaras, talheres limpos e quando limpavam, faltavam os alimentos.

Importante saber que em espanhol xícara é taça, taça é copo e copo é vaso, rs e, por favor, saibam falar pelo menos as palavras básicas de cada língua ou fale bem o inglês para não ficar atrapalhada.

A guia da Trapsatur em Madri foi bem explicada e fez uma apresentação dos pontos principais da cidade, além de nos levar pra ver uma dança espanhola numa loja de sourvenir. Mas já que o assunto é europa econômica, fiquem atentos às lojas de souvenirs que os guias nos levam pois em geral tem preços bem mais elevados do que as que ficam no meio da rua, pois em geral eles ganham comissões por levar pessoas às lojas.

Depois, fomos comer a famosa Paella num restaurante em que só frequentavam locais, mas não nos apetecemos do tempero local, faltavam o dendê das paellas baianas, rsrsrsrs. No final do passeio, descobrimos que na Gran Via tem um restaurante em frente a Burger King que tem uma Paella deliciosa, mas não tivemos tempo de conferir.

Depois da Paella, comi uma deliciosa truffa na "La Marroquina" - doceria que fica na Puerta del Sol - Ma-ra-vi-lho-sa!

Conferimos a Plazza Maior, Plazza Del Villa, Puerta del Sol, Congresso de Deputados, Fonte de Netuno (muito linda!), Museu del Prado, Museu Reina Sofia. Depois pegamos o metro e fomos à Plazza del Toros de Las Ventas, Templo de Debod (só fica aberto até 20hs), Plazza de Espanha.

Amamos Madri!!!!

Embaixo da estação de metrô Sol tem várias lojinhas bem legais, principalmente de artigos indianos. Os indianos e orientais estão em todo canto!

domingo, 8 de junho de 2008

1ª Viagem rumo à Europa

Inicio este blog para comentar as proezas e tristezas da 1ª viagem à Europa. Com isso, vou postando calmamente o dia-dia da excursão, dos passeios, dias livres, gafes pra que vcs, quando viajarem, possam sofrer menos que nós e aproveitar muito mais.



Pra começo de história, o vôo pela classe turística não é nada agradável, as cadeiras são apertadas e não reclinam o suficiente, a comida é o essencial pra vc não passar fome (rs), mas entre mortos e feridos, consegui arranjar uma fila vazia e tirar uns cochilos durante as oito horas de vôo.



A IMIGRAÇÃO EM MADRI.



Como eu sou muito despreocupada, achei que nada ia me acontecer, mas minha amiga estava totalmente preocupada com toda aquela história de barrados na imigração.



Felizmente, depois da imigração, nosso transfer estava lá. Fomos no Pacote Europa Ecônômica, mas como não queríamos passar apertos, contratamos tudo no Brasil, transfer, hoteis com café da manhã e a parte do transporte terrestre.



Nos hospedamos no centro de Madri (Gran Via - Hotel Trip Rex) e, logo que nos localizamos no mapa fornecido por um centro turístico próximo ao hotel (Estação de Callao), fomos conseguir o que comer e procurar a net mais próxima pra avisar que estávamos vivas.



Depois, descobrimos uma grande loja de departamentos "Ell Corte Inglês" que possui mais de 09 andares com todo tipo de departamento (supermercado, cosmeticos, eletrônicos, brinquedos, cama-mesa-banho, vestuário, decoração do lar, dentre outros), só não sabíamos que no último andar, ao fundo do restaurante, tem uma maravilhosa vista de Madri (isso aprendemos com a Guia do passeio panorâmico).



Aqui a noite só chega depois das 21 horas, fomos jantar num bairro chamado "Lavapiés" que tem muito restaurantes indianos e aos sábados tem uma feirinha de comidas indianas, hindus, tailandesas, etc.



Voltamos para o hotel de metrô, que é bastante limpo e fácil de se locomover, as pessoas também são bastante solícitas e, apesar de não saber falar espanhol, conseguimos nos virar muito bem.